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“Estimulação cerebral pode melhorar sintomas de PTSD ao reduzir a atividade do ‘centro do medo’”

  • há 3 dias
  • 1 min de leitura
Artigo Científico: Sanne J.H. van Rooij et al, Personalized fMRI-Guided TMS Targeting the Threat Neurocircuitry in PTSD: A Randomized Clinical Trial, American Journal of Psychiatry (2026). DOI: 10.1176/appi.ajp.20250749
Artigo Científico: Sanne J.H. van Rooij et al, Personalized fMRI-Guided TMS Targeting the Threat Neurocircuitry in PTSD: A Randomized Clinical Trial, American Journal of Psychiatry (2026). DOI: 10.1176/appi.ajp.20250749

Um estudo recente sugere que a estimulação magnética transcraniana (TMS), uma técnica não invasiva de estimulação cerebral, poderá contribuir para a melhoria dos sintomas da Perturbação de Stress Pós-Traumático (PTSD).


Esta abordagem utiliza impulsos magnéticos para modular a atividade de regiões específicas do cérebro. No caso do PTSD, uma das estruturas mais associadas à doença é a amígdala, responsável pelo processamento do medo e das respostas a ameaças, que frequentemente apresenta uma atividade aumentada nestes doentes.

No estudo, os investigadores recorreram a ressonância magnética funcional (fMRI) para identificar com maior precisão as áreas cerebrais a estimular, permitindo adaptar o tratamento a cada participante. Cinquenta adultos com sintomas de PTSD participaram no ensaio clínico, sendo distribuídos entre um grupo que recebeu estimulação ativa e um grupo placebo.


Os resultados demonstraram que a TMS reduziu a reatividade da amígdala direita perante estímulos ameaçadores e esteve associada a melhorias significativas dos sintomas. Os benefícios foram observados após duas semanas de tratamento e mantiveram-se durante pelo menos seis meses, com cerca de 74% dos participantes a apresentar uma redução clinicamente relevante dos sintomas.


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